ASPROESTE EM AÇÃO XV

Sexta passada, dia 25, houve uma solenidade no Palácio do Planalto, em que o presidente da República formalizou a transferência de parte das terras do Lago Oeste, da União para o GDF. E terça, dia 29, outra solenidade no Palácio do Buriti, quando o governador Ibaneis assinou o decreto que regulamenta a Política de Regularização de Terras Públicas Rurais do Distrito Federal. São decisões firmadas sem que ocupantes de muitas das áreas transferidas tivessem conhecimento, antes das solenidades, ou pudessem exercer o direito de discutir o que foi negociado intramuros, entre União e GDF.

Mas, elas têm tudo a ver com as preocupações atuais da comunidade rural do Lago Oeste, todos aqueles que são pequenos produtores rurais, produtores orgânicos, criadores de equinos, aves, abelhas… Porque a transferência pode significar a transformação do Lago Oeste em uma área urbana, tipo Setor de Mansões Park Way ou Vicente Pires… E a regulamentação não é enfática na proibição de urbanizar áreas atualmente classificadas como rurais pelo PDOT de 2009, que está em processo de revisão.

Com a 1ª solenidade, está confirmada que parte do Lago Oeste, entre as Ruas 00 e 11, será transferida para a gestão do GDF/Terracap. E a gente sabe que a Terracap é uma imobiliária… E que uma área urbana é muito mais lucrativa que uma área rural… Com a 2ª fica evidente a pressa dos atuais governantes em mudar os parâmetros legais de regularização fundiária no DF.

Porque tanta pressa? Vamos ficar quietos e deixar que a especulação tome conta do Lago Oeste, algo que, aliás, já começou: só dia 1° de abril havia vários anúncios oferecendo lotes e áreas em condomínios nas redes sociais. A Asproeste, junto com ocupantes e moradores, seus associados ou não, está mobilizada contra isto. Pelos grupos sociais, a comunidade tem se manifestado, dado sugestões e tomado iniciativas em defesa de um Lago Oeste, que é rural e quer continuar sendo rural. A Asproeste aplaude e agradece tal mobilização.

ASPROESTE EM AÇÃO VIII

Conforme divulgado aqui, a Asproeste, semana passada, reuniu-se com o procurador federal Felipe Fritz Braga, que comprometeu-se a estudar o assunto, encaminhando-nos a sua posição esta semana. Esta manifestação saiu em forma da instauração de um inquérito para apurar a transferência de terras no Lago Oeste da União para a Terracap, divulgado hoje pelo MPF.

Hoje ainda, presidente e vice presidente da Asproeste concederam entrevista à Rede Globo, explicando porque a comunidade do Lago Oeste se mobilizou com informações recentes que apontava a transferência das terras e a possibilidade de a revisão do PDOT, ora em curso na Seduh/GDF, mudar o perfil rural e de preservação ambiental do Lago Oeste em área rural.

A reportagem estará no DF TV 2ª Edição de hoje. Não perca!

 

Confira a publicação no site do MPF Clique Aqui

ASPROESTE EM AÇÃO V, VI E VII

ASPROESTE EM AÇÃO V

Retomando uma das atividades características de uma área rural, a Asproeste recepcionou ontem, dia 12/03, o I Enduro do Lago Oeste, patrocinado e organizado pela Federação Hípica de Brasília.

Para quem não conhece, o Enduro Equestre é uma competição em que o conjunto, cavalo e cavaleiro, percorrem determinadas distâncias, com regras diferentes. Em percursos relativamente curtos, as velocidades variam de tempos em tempos, dependendo do trecho, mostradas em placas de sinalização: é a modalidade regularidade, na qual percorrem 20 ou 40 km.

No caso do Enduro Lago Oeste, os percursos foram de 20, 40, 60 e 80 km, saindo e retornando ao galpão da Asproeste. A Associação forneceu a área para instalação dos equinos, a água para resfriamento e dessedentação dos cavalos e o espaço (do galpão) para alimentação do pessoal de apoio e cavaleiros.

 

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ASPROESTE EM AÇÃO VI

Dando prosseguimento às ações políticas aprovadas pela Assembleia do último dia 06/03, dirigentes da Asproeste, acompanhados de usuárias de chácaras do Lago Oeste que vêm colaborando para que tais ações se realizem, Lívia Teobaldo e Laura Perdigão, reuniram-se ontem, 14/03, com o senador Izalci Lucas.

Após explanação do presidente da Asproeste quanto às preocupações da comunidade com duas notícias recentes sobre a região, a transferência de parte do Lago Oeste da União para o GDF/Terracap e a revisão do PDOT, que vem indicando a possibilidade de mudar sua destinação de zona rural para zona urbana, o senador foi objetivo, achando difícil reverter a transferência.

Quanto ao PDOT, ligou para sua consultora Fabiana Torquato pedindo ideias no sentido de ajudar o Lago Oeste a manter-se como área rural e de preservação ambiental, e ficou de avaliar o pedido da Asproeste para marcar uma audiência pública no Senado, onde se poderia tentar um compromisso público do GDF sobre a permanência de um Lago Oeste rural.

 

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ASPROESTE EM AÇÃO VII

Na luta da comunidade para a manutenção do Lago Oeste como área rural e de preservação ambiental, Marcos Santarosa e Djalma Nunes da Silva, presidente e vice da Asproeste, reuniram-se com procurador da Prourb-DF, Dênio Augusto de Oliveira Moura, no último dia 15/03.

O presidente fez um histórico do processo de regularização do Lago Oeste, iniciado oficialmente em 2005, informando sobre o licenciamento ambiental, a elaboração e aprovação do EIA-RIMA e do Plano de Ocupação e Uso do Solo e do processo de regularização fundiária propriamente dito. Informou-o, também, sobre a surpresa com que a comunidade recebeu a notícia de transferência de parte do Lago Oeste da União para o GDF, confirmada pela Asproeste em reunião com o responsável por este processo pelo lado do GDF.

Alertou-o, então, que, como qualquer outra área do Distrito Federal, o Lago Oeste também tem áreas parceladas, que, na realidade, não somam mais que uns 05% de sua área total. E informou-o sobre a CooperPalmas e os esforços de adequação que o antigo condomínio vem fazendo para se adequar à legislação ambiental da região.
O procurador disse que soubera da reunião da Asproeste com o procurador federal Felipe Braga, o que fora muito bom, vez que a Prourb tinha limitações para atuar no Lago Oeste, mas ele próprio poderia ajudar bastante, vista sua experiência com o Projeto Preserva Brazlândia.

Disse, ainda, que sabe das dificuldades para se lidar com órgãos públicos, sendo mais fácil fazê-lo quando há mobilização da sociedade e se dispôs a fazer uma reunião com Asproeste e o secretário Mateus Leandro de Oliveira, da Seduh (Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação), que é quem está fazendo a revisão do PDOT, com as presenças do MPU, IBRAM, ICMBio e outros órgãos do GDF. Para tanto, a Asproeste deverá enviar-lhe ofício solicitando tal reunião. Pediu, então, que a Associação lhe enviasse um conjunto de documentos – histórico, geo-referenciamento, sensibilidade ambiental, produção – para ele se aprofundar na questão.

ASSEMBLEIA DA ASPROESTE APROVA: LAGO OESTE DEVE PERMANECER RURAL

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A Asproeste foi informada oficiosamente que parte do Lago Oeste, cujas terras pertencem à União, iria ser transferida para o GDF. Foi atrás de mais informações e chegou até o responsável, pelo lado do GDF, por este processo de transferência de terras, que confirmou que, num primeiro momento, as terras da fazenda Contagem de São João realmente fazem parte do pacote de transferências – da SPU-DF para a TERRACAP.

Considerando a gravidade do assunto, sua direção convocou uma assembleia geral dos associados, aberta a todos os ocupantes e moradores do Lago Oeste, para informar os fatos apurados e discutir o assunto, a partir de uma pergunta fundamental: isto é bom ou ruim para o Lago Oeste?
201 participantes, dos quais 103 associados, compareceram ao galpão da Asproeste para ouvir a explanação do seu presidente, Marcos Santarosa. Que disse, direta e claramente, que o essencial para as terras do Lago Oeste não é pertencerem à União ou ao GDF, mas permanecerem como uma área rural.

PDOT

Mais importante que a possível transferência das terras, o presidente da Asproeste alertou para a situação do Lago Oeste no grupo técnico que está elaborando a revisão do PDOT – Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal.

No meio daquele calhamaço de estudos, gráficos, análises e explicações técnicas, foi encontrado um mapa que define bem o que os revisores do PDOT estão reservando para o Núcleo Rural Lago Oeste: sua urbanização.
As áreas em vermelho no mapa a seguir indicam as mentiras óbvias em relação ao Lago Oeste: tais áreas são consideradas ocupações informais para fins urbanos em zona rural (terrenos com menos de 02 hectares). As chácaras do Lago Oeste não são ocupações informais, todos pagamos taxa de ocupação à União, e a imensa maioria delas tem área de 02 ha ou mais.

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Após a exposição do presidente da Asproeste, houve uma série de questionamentos e proposições dos participantes, sempre no sentido de não se mudar a característica rural e de preservação ambiental do Lago Oeste. E, ao final da assembleia, foram aprovadas algumas propostas:
– – buscar o Ministério Público da União;
– encaminhar a posição da comunidade à SEDUH/ PDOT;
– buscar apoio dos órgãos ambientais;
– buscar apoio de políticos ligados aos movimentos ambientais;
– mobilizar a comunidade através de abaixo assinado envolvendo ocupantes, comerciantes e prestadores de serviços do Lago Oeste;
– criar grupos de ocupantes e moradores para atuarem com a Asproeste junto a órgãos estatais, políticos, imprensa, comunidade em defesa do Lago Oeste rural;
– estudar entrar com mandato de segurança preventivo para travar e não permitir que a revisão do PDOT, em curso, mude a destinação do Lago Oeste de rural para urbano.

Antes de finalizar a assembleia, Marcos Santarosa propôs que fosse feita uma fotografia da assembleia aprovando a petição pela manutenção do Núcleo Rural Lago Oeste como área rural, fotografia esta que seria incorporada à lista com os 201 apoiadores presentes à assembleia e que aprovaram a petição.

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ASPROESTE ASSINARÁ TERMO DE COMPROMISSO COM TERRACAP

O Núcleo Rural Lago Oeste se situa sobre partes de 04 fazendas: Contagem de São João, Palma-Rodeador, Brocotó ou Sítio do Mato e Buraco. A União é legítima proprietária das duas primeiras, a Terracap é proprietária “em comum com outros” da terceira e a quarta pertence a particulares. Este é o quadro atual da situação fundiária da região, um quadro que foi se formando ao longo dos últimos 16 anos, desde que a Asproeste iniciou, oficialmente, o processo de regularização do Lago Oeste.

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Este processo está chegando à penúltima etapa, o licenciamento ambiental por parte dos órgãos ambientais responsáveis, ICMBio e IBRAM, o qual aprovado, permitirá à Asproeste solicitar a regularização fundiária à União, ensejando a transferência de titularidade das chácaras aos seus atuais ocupantes.

Até 2019 havia muita discussão sobre os reais proprietários da Fazenda Brocotó, até memo porque a própria Terracap não se mostrava interessada no assunto. Em assim sendo, a Asproeste negociava o licenciamento com os órgãos interessados, SPU-DF, IBRAM e ICMBio, tanto que o IBRAM aprovou o EIA-RIMA da região e solicitou que ICMBio e Asproeste chegassem a um consenso em relação ao Plano de Ocupação e Uso do Solo, o que foi efetivamente alcançado.

Então, o ICMBio alertou o IBRAM que a Terracap também tinha terras no Lago Oeste, e que os mesmos entendimentos feitos com a União deveriam ser feitos com a empresa brasiliense. Várias foram as reuniões feitas pela direção da Associação com dirigentes e técnicos da Terracap a partir deste alerta. Em fins de 2020 chegou-se a um primeiro entendimento e a Asproeste reuniu-se duas vezes com ocupantes da Brocotó para expor os entendimentos até então e informa-los do interesse da Terracap em fazer um cadastramento de todos os ocupantes da Brocotó situados na poligonal do Lago Oeste.

Não houve consenso entre os ocupantes mas, conforme registro da Terracap, quase 50% deles se cadastraram. O entendimento feito com a Asproeste é que, a partir deste cadastramento, a Terracap firmaria um Termo de Compromisso com a Associação para, assim como a SPU-DF, dar prosseguimento e concluir o licenciamento ambiental, recebendo a Autorização de Licenciamento Ambiental – ALA do ICMBio.

Este TC só foi encaminhado à Asproeste agora em dezembro/2021, e foi para apresenta-lo aos ocupantes da Brocotó que a Associação convocou-os para esta reunião realizada sábado, dia 18, reunião esta que contou com 25 participantes que, após exposição feita pelo presidente Marcos Santarosa e esclarecimentos às questões apresentadas, concordaram, unanimemente, que fosse assinado pela Asproeste.

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COMISSÃO DE REGULARIZAÇÃO RECEBE VOTO DE CONFIANÇA DO CONSELHO DELIBERATIVO

Em reunião extraordinária realizada na última sexta feira (11/6), o Conselho Deliberativo decidiu,
por unanimidade, que a Comissão de Licenciamento Ambiental e Regularização da Asproeste deve}
dar “continuidade aos trabalhos que vem sendo desenvolvidos” (vide parecer anexo).
Criada em 18 de janeiro deste ano pelo então presidente Edison Rodrigues, a Comissão é coordenada
pela presidente em exercício Elisangela Sanches e pelos associados Djalma Nunes e Marcos Santarosa (vide ato de constituição anexo).

A decisão do Conselho Deliberativo foi a resposta a uma consulta feita no dia 10/6
pelos membros da Comissão (vide arquivo anexo), que vinham enfrentando dificuldades de desempenhar seu papel.
“Alguns membros da Diretoria Executiva da Asproeste passaram a manifestar desconfiança, de maneira explícita,
em relação aos métodos de trabalho que temos adotado. O posicionamento do Conselho nos garante a necessária
tranquilidade para continuar trabalhando em prol da regularização do Lago Oeste”, esclarece Marcos Santarosa, membro da Comissão.

Os membros do Conselho Deliberativo lembraram que a “regularização das chácaras
é o principal objetivo e a razão da existência da Asproeste”. Eles também destacaram que os
“integrantes da Comissão têm grande vivência, larga experiência e grande conhecimento
dos assuntos relativos ao Lago Oeste”, tendo na sua composição dois ex-presidentes da Asproeste”.

Atuação da Comissão
Desde a sua criação, a Comissão vem dialogando com autoridades ambientais e
fundiárias a fim de acelerar o processo de licenciamento ambiental e regularização
fundiária no Lago Oeste. No plano distrital, a Comissão vem contando com a ajuda de
contatos de associados(as) no alto escalão do GDF para agilizar os processos de análise
e decisão junto ao IBRAM e à Terracap. Já no âmbito federal a Titularize Consultoria
Fundiária, empresa contratada pela Asproeste, tem contribuído para otimizar as
tratativas com a SPU e com o ICMBio. “Estas gestões têm sido fundamentais para
otimizar os trâmites nestes órgãos públicos”, garante Djalma Nunes.
Atualmente a Comissão está atuando, simultaneamente, em várias frentes. As
conversas com o ICMBio para a emissão da Autorização de Licença Ambiental (ALA)
foram retomadas. No caso do IBRAM, será agendada uma nova reunião para tratar dos
ajustes feitos, em conjunto com o ICMBio, no Plano de Ocupação do Lago Oeste.

Já com relação à Terracap, a expectativa é que seja assinado um termo de compromisso
nos moldes do documento que a Asproeste assinou recentemente com a SPU/DF. A
Comissão também acompanha uma discussão em curso a respeito da criação de um
fundo imobiliário pelo governo federal, que poderá simplificar e acelerar os processos
de licenciamento ambiental e de regularização fundiária do Lago Oeste e de outros
imóveis pertencentes à União.

Transparência e mobilização
Conforme o artigo 5º de seu Regimento Interno, a Comissão deve prestar contas
mensalmente à Diretoria Executiva da Asproeste. Mas a partir de agora estes relatórios
de atividades serão divulgados para todos(as) associados e para os demais chacareiros.
“Vamos também esclarecer cada uma das frentes de atuação da Comissão a fim de
aumentar o grau de transparência e de mobilizar a comunidade para avançar nos
processos de licenciamento ambiental e regularização fundiária”, anuncia Elisangela
Sanches, presidente em exercício da Associação.

Serviço / Saiba MAIS
Acesse AQUI para acessar a consulta da Comissão, o parecer do Conselho Deliberativo
e o ato de constituição e o Regimento Interno da Comissão de Licenciamento Ambiental
e Regularização Fundiária.

ENFIM, OUTRO GRANDE PASSO PARA A REGULARIZAÇÃO DO LAGO OESTE

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Um dos maiores nós no processo de licenciamento ambiental do Lago Oeste e, consequentemente de sua regularização fundiária, acaba de ser desatado pela Asproeste: o superintendente de Patrimônio da União, SPU/DF, assinou ontem, dia 10/12/2020, uma anuência para a Asproeste “ATUAR COMO REPRESENTANTE DA UNIÃO, PARA O FIM ESPECÍFICO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO NRLO.”

Os processos de licenciamento ambiental e regularização fundiária do Núcleo Rural Lago Oeste foram oficialmente iniciados em 2005, quando a Asproeste, representando os ocupantes de terras da União, assinou um convênio com a então Secretaria de Patrimônio da União, com participação do IBAMA, INCRA e UnB, de cooperação técnica com estas finalidades.

Este convênio foi renovado em 2011, desta vez com interveniência do IBRAM, que assumira as responsabilidades de licenciamento ambiental no âmbito do DF, e, com isso, a Asproeste cumpriu uma série de exigências ambientais, tais como a realização do EIA-RIMA, do Plano de Ocupação e Uso do Solo, do Georeferenciamento das chácaras e do re-endereçamento do Lago Oeste, bancados pelos associados e por outros ocupantes da região.

O convênio deveria ser renovado em 2016, na forma de um Acordo de Cooperação Técnica, mas a renovação empacou na burocracia. Durante os últimos 04 anos, a direção da Asproeste fez inúmeras reuniões e enviou dezenas de ofícios aos órgãos governamentais responsáveis pelo patrimônio da União, encarecendo a assinatura deste

Acordo, finalmente acatado ontem, na forma desta Anuência, que dá o direito da Asproeste atuar junto aos órgãos ambientais IBRAM e ICMBio, no sentido de obter o licenciamento ambiental, a partir do qual será possível fazer a regularização fundiária e, consequentemente, transferir a propriedade das chácaras para seus atuais ocupantes.

Pela leitura do documento acima, observa-se a expressiva vitória alcançada pela direção da Asproeste e, ao mesmo tempo, a imensa responsabilidade que, mais uma vez, é assumida pela Associação, na busca do objetivo maior de toda a comunidade do Lago Oeste.

TERRACAP PRORROGA PRAZO DE CADASTRAMENTO NA BROCOTÓ

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Atendendo solicitação da Asproeste e da Coordenação da APA do Planalto Central (ICMBio), a Terracap concordou em prorrogar o prazo para cadastramento dos ocupantes da Fazenda Brocotó por uma semana, até o próximo sábado, 12/12/2020.

O cadastramento presencial, na sede da Asproeste, será feito pelo pessoal da própria Associação, em mais um esforço da Asproeste para atender os apelos de ocupantes ainda indecisos com o processo. Quem quiser se informar mais a respeito do cadastramento ou se informar melhor sobre a fazenda Brocotó, sobre desapropriação em comum e sobre documentação da Terracap, seria interessante participar do grupo OCUPANTES DA BROCOTÓ, no Whats’App. Para participar, se informe na Asproeste (3478-1335/36).

DIRETOR DA TERRACAP FALA SOBRE REGULARIZAÇÃO RURAL NO DF

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